Este espaço contempla o desenvolvimento de reflexões decorrentes de estudos teóricos que desencadeiam e inspiram a prática pedagógica que visa o desenvolvimento da criticidade, da criatividade, do acesso democrático ao conhecimento e às ferramentas tecnológicas contemporâneas que motivam as alunas/os às ações cidadãs que concebam uma visão e participação de e no mundo, da e na sociedade e da e na realidade fundamentada na justiça, na igualdade, na estética e na ética.
Vamos desenvolver as atividades através de uma perspectiva pesquisadora que incluirá nossa participação em eventos extracurriculares como seminários, mini-cursos, oficinas, palestras que fortalecem a importância da aproximação constante entre a teoria e a prática educacional.
Sejam todas/os bem vindas/os,
Simone C. Marconatto
Professora e colegas,
ResponderExcluirNão estou encontrando como postar na aula 1; então resolvi me manifestar aqui mesmo, em "Início".
Não há dúvidas de que: a) Paulo Freire seja um dos maiores pensadores dentro da Pedagogia; e b) que não lemos ainda tudo que precisaríamos ter lido para escrever com propriedade e aplicar adequadamente os conhecimentos adquiridos e assimilados, especialmente no meu caso, que me juntei à turma da sala no segundo semestre, faltando-me ainda alguns conhecimentos mais sistematizados de, principalmente, Sociologia.
Dentro desta minha situação, vejo Paulo Freire e seu entendimento da práxis educativa como uma utopia no bom sentido da palavra, ou seja, tentando parafraseá-lo, algo como: "é sonho distante, mas alcançável". Porém, como certamente veremos mais adiante, a Pedagogia não se resume a tal autor. Precisamos ter acesso aos outros autores, até mesmo, para aplicar a Pedagogia Freireana, pois como ele mesmo defende, o conhecimento se edifica dialeticamente e dialogicamente. Acredito, sim, nas teses da Pedagogia do Oprimido e cabe-nos ajudar a mudar o quadro, mas sem tornar o oprimido em opressor.
Resta-nos, dentro de nossas possibilidades, aprender a aplicar seus conhecimentos aos nossos escritos e, posteriormente à nossa sala de aula, mas para isso estudaremos: somos todos "seres inacabados".
Olá sala, também não consegui comentar na aula 1.
ResponderExcluirConcordo com o Roberto, Paulo Freire é um GRANDE educador e conhecemos pouco suas obras, porém a professora nos mostrou o principal de seu pensar, Paulo Freire acredita que o profissional deve ser coerente no que fala e faz, e assim dará o exemplo as pessoas que o cercam, e em nosso caso os nossos alunos.
Boa tarde a todos,uma das coisas interessantes no pensamento de Paulo freire é causar a discussão sobre a pedagogia do oprimido,oprimido o que sofre opressão,humilhado,é preciso que o oprimido tenha consciência de sua opressão.Através desta afirmação o grupo social,que estão impedidos de se realizarem como pessoas possa enxergar uma realidade libertadora.
ResponderExcluirPaulo Freire através de suas experiencias sendo ele co-autor de uma realidade de opressão,para ele oprimido seria qualquer pessoa que cuja liberdade não poderia expressar.
Mas diante de sua luta libertadora e humanista fez sua opressão a formar ideologias de uma educação social no sentido de resgatar o "homem",o "cidadão"e o "trabalhador" da falta de consciência dos problemas políticos e sociais.
Assim tornando-se pessoas críticas e pensantes,abrindo a porta de um novo caminho aprendizagem a educação.
Para Paulo Freire começa aí a luta por uma revolução educacional o papel do educador tornando um problematizador da realidade.
Nos como futuros educadores devemos ler,pesquisar,buscar mais sobre autores que buscaram e buscam solucionar a melhor forma de uma educação melhor para todos,para que tornamos grandes pensadores e críticos de educação, através desta aprendizagem poderemos passar adiante o que aprendemos.
Ola sala :Paulo Freire nos mostra através de sua obras um pouco de nossa realidade vivenciada por ele ,quem já não sofreu uma opressão?
ResponderExcluircom os exemplos desse autor maravilhoso que pouco conhecemos podemos ter uma base através do seu conhecimento e buscarmos sempre o melhor desse conhecimento nos tornando pessoas criticas.
E como vamos ser formadores de pessoas podemos lutar junto por liberdade,uma liberdade sem opressão,onde podemos dar o melhor de nossa aprendizagem,através dessa aprendizagem podemos passar adiante o melhor do nossos conhecimentos.
Olá a todos ... Paulo Freire apresenta um pensamento muito importante na pratica educativa nas escolas, onde deve ser um lugar de ensino e aprendizagem em que a comunicação entre educador e educando possa ser um dialogo de aprendizagem e mais conhecimento que então torna-se um assunto que ambas partes estejam envolvidas e possa ser vista como um meio de transformação social.
ResponderExcluirPortanto compreender a educação como uma transformação social em que o aluno não possa ser aquele que ouve e guarda seus conhecimentos, mas que seja o criador de sua historia e saiba lidar com seus problemas perante a sociedade.
Como diz Paulo freire: “O papel do professor e da professora é ajudar o aluno e a aluna
a descobrirem que dentro das dificuldades há um momento de prazer, de alegria”
Erica Quedis disse...
ResponderExcluirAdmiro muito o trabalho educacional do educador e filósofo brasileiro Paulo Freire. Pois, ele desenvolveu um trabalho muito importante na área da educação popular, tanto para a escolarização, quanto para formação da sociedade, principalmente as classes menos favorecidas,ou seja, os oprimidos.Paulo Freire, via todo ato de educação como um ato político, ele delineou uma pedagogia de libertação, relacionada a uma visão marxista e pensamentos filosóficos.Ele defendia um relação de cumplicidade entre professor e aluno.Paulo Freire se diferenciava dos outros educadores, tanto pelo seu método inovador de alfabetização, quanto pelo modo respeitoso que tratava as pessoas, principalmente os oprimidos. Paulo Freire era visto no Brasil como um pensador e educador influente e perigoso aos interesses políticos, pois, sua luta para defender os oprimidos, fez com que o governo brasileiro se voltasse contra ele, esse foi o motivo, pelo qual, Paulo Freire não teve o seu devido e merecido reconhecimento do governo brasileiro, mas ele fez muito sucesso internacionalmente e até hoje é considerado um dos mais influentes pensadores do século xx.
Olá pessoal!!
ResponderExcluirPaulo Freire realmente nos inspira e ao ler esse artigo, torna-se claro para mim, que o educador tem papel de grande importância para auxiliar no desenvovimento de pessoas críticas e conscientes de seu papel na sociedade, pois ao incentivar o diálogo, a criatividade e a criticidade estaremos contribuindo para a formação de pessoas lutam pelo que acreditam e para que tenham o direito de serem ouvidas e respeitadas,exercendo dessa maneira, a sua cidadania.
Érica Quedis (2° semestre)
ResponderExcluirOi, pessoal! Estou lendo o livro Pedagogia do Oprimido (Paulo Freire), quero usar esse espaço para comentar e argumentar alguns trechos do livro que achei interessante. Paulo Freire, em sua Pedagogia do Oprimido, propõe um método abrangente, pelo qual a palavra ajuda o homem a tornar-se homem. Assim a linguagem passa a ser cultura, e ao mesmo tempo um fator determinante para nossa sociedade.Para Paulo Freire alfabetizar não era apenas ensinar os alunos a copiar palavras, mas principalmente ensiná-los o uso e o poder dessas palavras. A pedagogia de Paulo Freire consistia em dar ao homem a oportunidade de redescobrir-se através de um método de conscientização, tornando-os cidadãos críticos e conhecedores de seus deveres e obrigações dentro da sociedade. Paulo Freire acreditava que ninguém se conscientiza separadamente dos demais, portanto, ele via a educação como um processo social e de desenvolvimento. Como Paulo Freire mesmo falava, a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tão pouco a sociedade muda. Portanto acredito que nós como futuros educadores, devemos estar atentos a esses pensamentos e experiências pedagógicas de Paulo Freire. Precisamos acreditar que juntos somos fortes e que através da busca do conhecimento e de uma educação consciente podemos contribuir para libertar essa classe oprimida de que Paulo Freire tanto fala. Pois mesmo que nós professores não consiga libertá-los desse sistema político que os aprisiona, podemos libertá-los da ignorância, da falta de conhecimento.
Sou suspeita em falar de Paulo Freire,diria que pouco sei de suas obras,dentro deste pouco conhecimento, percebo a minha identificação no que se refere a ideais.
ResponderExcluirAcredito no ser humano, nas pessoas, acredito na transformação humana, através do respeito do diálogo, da educação, estabelecendo relações uníssonas de conscientização como sujeito, tornando-os agentes transformadores da sociedade.
A obra, Pedagogia do Oprimido é uma semente plantada por Paulo Freire, na qual, a minha esperança é que ela floresça, para que nos de a oportunidade da igualdade social
Olá agora consegui postar meu comentário.
ResponderExcluirO texto reflexivo para a prática educativa e o livro pedagógia do oprimido de Freire deixa claro em seu pensamento o sistema educacional e a questão de nossa sociedade sobre o sistema capitalista que e posto sobre a todos.
Onde somos sempre coagidos, poucos tem a consciencia, mas não somos capazes ainda de lutar por uma revolução educativa.
Mas podemos lutar por uma educação voltada para a conscietização de todos os envolventes da sociedade e assim com toda a sociedade conscietizada sobre a educação e o sistema imposto seremos capazes de críticar e revolucionar.
Olá, tudo bem?
ResponderExcluirSegue comentário sobre o assunto em discussão...
Ao ler o artigo sobre Paulo Freire, concluímos que o educador defendia a educação de qualidade como sendo um direito também dos mais pobres. Os dominadores da sociedade enriquecem às custas dos mais humildes, que se tornam mais pobres sem acesso à educação.
Abraços.
olá turma,
ResponderExcluirEle defendia um relação entre professor e aluno. Paulo Freire se diferenciava dos outros educadores, tanto pelo seu método inovador de alfabetização.Ele era visto no Brasil como um pensador e educador influente e perigoso aos interesses políticos.
Olá turma.
ResponderExcluirPaulo Freire fala sobre a opressão na educação, em uma sociedade na qual, somente o dominante tem a vez e, os dominados “oprimidos” são apenas, seres passivos, acomodados com o mundo e com as coisas que lhes são impostas pelos dominantes.
Como se libertar disso tudo, diante de uma sociedade capitalista? Segundo Paulo Freire, a libertação é um processo doloroso, pois cabe ao próprio oprimido expulsar o opressor de dentro de si.
A pedagogia do dominante, na concepção bancária da educação, é aquela na qual, o educador é o dono do saber, enquanto o educando é, apenas, um ouvinte. Já na educação libertadora, acontece o contrário, pois há interação entre o docente e o aluno e, um aprende com o outro.
Enfim, o objetivo da educação deveria ser, também, o de libertar o oprimido, que ao estabelecer-se um diálogo entre “dominante” e “dominado”, houvesse uma troca de conhecimentos entre eles, deixando o educando de ser, apenas, um ser passivo, e o educador, de ser o sujeito único de todo o processo e de todo o saber.
Olá pessoas,
ResponderExcluirPasso por aqui para lembrá-los que o espaço para postar Comentários da aula um está lá.
Paulo Freire realmente enriquece a Pedagogia.
“... o educador inserido num mecanismo autoritário, e às vezes despreparado do ponto de vista político, cabe a ele, como a ela... percebendo que a sua tarefa é política, e não apenas técnica, aclarar a sua opção política e, aí, procurar ocupar o espaço mínimo de que dispõe dentro da própria instituição escolar e ver o mínimo que pode fazer no sentido de uma abertura democrática para os seus estudantes ou alunos com quem trabalha.”
(FREIRE, 1982: 43)
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirBoa noite turma,Paulo Freire defende a relação entre aluno e professor,ele defende a classe menos favorecida, onde só os dominantes estão na frente.
ResponderExcluirPaulo Freire educador, pensador era um grande pesquisador, mas por causa das suas mudanças na educação os políticos não o aceitava.
Paulo Freire nos inspira à leitura e a lutar por uma educação consciente e renovadora